- SaaS Mode: você cria planos de assinatura, cobra seus clientes e embolsa a diferença entre o que cobra e os US$497 do plano.
- White-label completo: domínio, logo, cores e nome do produto são seus — o cliente não vê 'GoHighLevel'.
- Break-even rápido: com 3 clientes a R$300/mês cada, o custo do plano já está coberto em reais.
- Risco: exige estrutura de suporte própria — o GHL não atende seus clientes finais, você atende.
- Não é para iniciantes: sem base de clientes ou processo de vendas, o custo de US$497 pesa antes de gerar retorno.
O que o plano Agency Pro libera além do Unlimited
O Agency Pro inclui tudo do Agency Unlimited e acrescenta o SaaS Mode — o motor de revenda. Com ele, você define planos com preços em dólar ou reais (via integração Stripe), limita funcionalidades por plano e escala a operação sem tocar no código.
Outros recursos exclusivos do Pro incluem: painel de afiliados, split de receita para parceiros de indicação e acesso prioritário a novos recursos beta.
| Recurso | Starter (US$97) | Unlimited (US$297) | Pro/SaaS (US$497) |
|---|---|---|---|
| Subcontas de clientes | 1 | Ilimitadas | Ilimitadas |
| White-label de domínio | Não | Parcial | Completo |
| SaaS Mode (revenda) | Não | Não | Sim |
| Painel de afiliados | Não | Não | Sim |
| Suporte prioritário | Não | Não | Sim |
Cenários em que o Pro faz sentido
O plano Agency Pro é indicado para agências que já atendem 5 ou mais clientes e querem criar uma linha de receita recorrente SaaS. Também é adequado para quem vende treinamentos ou mentorias e quer entregar uma ferramenta white-label como parte do produto.
Luiz Otávio, fundador da Comunidade GHL Brasil, implementou o SaaS Mode para clientes de segmentos como advocacia e imobiliárias — onde a ferramenta substitui cinco ou mais sistemas e a economia gerada justifica o valor cobrado com folga.
Cenários em que o Pro não vale (ainda)
Se você está começando e não tem clientes ativos, o Pro cria uma pressão financeira desnecessária. Comece pelo Starter ou Unlimited, valide sua proposta de valor e migre quando tiver previsibilidade de receita.
Outro ponto: o SaaS Mode exige que você monte uma estrutura de suporte. O GoHighLevel não atende seus clientes — você é o suporte de primeiro nível. Sem processo de atendimento estruturado, a retenção de clientes cai e o modelo não sustenta.
Simulação de receita com o SaaS Mode
A simulação abaixo considera uma agência brasileira cobrando em reais, com câmbio de R$5,20 por dólar.
| Clientes revendidos | Ticket médio (R$/mês) | Receita bruta (R$) | Custo plano (R$) | Margem bruta (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 3 | R$500 | R$1.500 | R$2.584 | -R$1.084 |
| 6 | R$500 | R$3.000 | R$2.584 | +R$416 |
| 10 | R$500 | R$5.000 | R$2.584 | +R$2.416 |
| 15 | R$800 | R$12.000 | R$2.584 | +R$9.416 |
Perguntas frequentes
Posso migrar do Agency Unlimited para o Pro sem perder dados?
O Stripe é obrigatório para usar o SaaS Mode?
Meu cliente vai saber que está usando GoHighLevel?
Qual a diferença entre SaaS Mode e revender subcontas do Unlimited?
Leia também
A plataforma é poderosa. O resultado vem da implementação.
O GoHighLevel é uma ferramenta all-in-one poderosa — mas quem transforma isso em resultado é o processo por trás. A rota mais rápida: entrar na Comunidade GHL Brasil (implementação guiada, em português) ou contratar a engenharia do Luiz Otávio.